O medo faz parte da experiência humana.
Protege, alerta e ajuda a evitar perigos reais.
Nas fobias, esse mecanismo perde proporção e começa a limitar a vida diária, mesmo quando não existe ameaça objetiva.
Neste artigo explico as fobias mais comuns, como surgem, quem é mais vulnerável e quais as abordagens terapêuticas eficazes.
O objetivo passa por informar, reduzir o estigma e orientar as pessoas que possam estar a sofrer, para uma avaliação e tratamento especializados nas Irmãs Hospitaleiras.
Se tem dúvidas ou preocupações, marque uma avaliação numa Unidade das Irmãs Hospitaleiras.
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